Bata três copos de amor profundo;
Coloque cheiro de terra molhada;
Junte o sorriso puro de uma criança
Com uma colher de confiança.
Acrescente brincadeiras e sonhos
Com muitos beijos como os de mãe
E palhaçadas como as de pai.
Adicione aquela emoção gostosa
De dar de cora com a pessoa amada
E a sensação de fazer uma loucura
Sem se preocupar com as conseqüências.
Lembre-se de que a vida é maravilhosa e linda
E agarre todas as possibilidades que aparecerem.
Curta todos os momentos que parecem insignificantes
Mas, na verdade, são muito importantes.
Coloque nela uma pitada de curiosidade;
Misture tudo em uma tigela de emoções
E coloque numa forma de coragem.
Cubra com as lembranças da infância;
E em cima, coloque esperança.
Sem se esquecer da luz de Deus no recheio;
E acredite, porque quem acredita sempre alcança.
Thaís Schiavon Fabbris
terça-feira, 3 de abril de 2012
O mar de monstros
No último dia de aula, Percy tem um sonho estranho com Grover.
Garotos estranhos entram no colégio.
Em um jogo de queimada, Percy descobre que aqueles mesmos garotos são, na verdade, monstros que querem lhe matar.
Ele e seu amigo Tyson conseguem sair de lá salvos, com uma pequena ajuda de Annabeth.
Percy percebeu que Annabeth não gostou muito de Tyson e, os dois, começam a discutir.
Um tempo depois, os três pegam carona em um táxi rumo ao acampamento.
Ao chegarem lá, eles descobre que a árvore de Talia foi envenenada e, por isso, o acampamento começou a morrer.
Além disso, também descobrem que Quiron foi demitido, acusado de envenenar a árvore.
Em uma noite, Percy descobre que a única coisa que tem o poder de salvar o acampamento é o velocinineo de ouro.
Hermes (deus dos mensageiros) dá para Percy uma garrafa térmica e uma caixinha de estranhos comprimidos de vitaminas de presente.
Annabeth, Percy e Tyson fogem escondidos para encontrar o velocinio de ouro.
Um tempo depois, Percy descobre, através de uma telepatia, que seu amigo Grover está preso em uma caverna com um ciclope gigante que pensa que ele é uma mulher e, o pior é que eles vão se casar (não que o Grover quera, ele está sendo forçado) e depois o ciclope irá come-lo como janta.
Ele também descobre que Gover fez uma ligação entre eles, isso significa que se Grover morrer, ele também morre.
E ainda descobre que Tyson é seu meio-irmão.
Então Annabeth, Percy e Tyson fogem escondidos para encontrar o velocinio de ouro e salvar Grover.
Eles embarcam em um cruzero.Neste cruzero, eles descobrem que Luke está recompondo Cronos.
Depois de mais um tempo, os três foram resgatados de çuma ilha por Clarisse e sua tripulação.Eles passam por dois monstros terríveis e o navio em que estavam explodiu.Percy, Annabeth, Clarisse e algumas pessoas conseguiram sair de lá vivos, mas não conseguiram achar Tyson.
Percy e Annabeth chegaram em um Spa, onde Percy foi transformado em um porquinho-da-india, mas Annabeth cosegue o transformar de volta com os comprimidos de vitaminas.
No final, os dois conseguem salvar Grover.Encontram o velocinio de ouro e descobrem que Tyson está vivo.E o mais incrívio é que depois que o velocinio de ouro foi colocado na árvore de Talia, Talia voltou a viver.
Thais Schiavon Fabbris
Fala sério, professor!
Que azar!
Triiiiim!!!
E lá vamos nós para mais um dia de aula.
-Bom dia, alunos!-disse alegremente Vicente, nosso professor de química.
-Bom dia, professor Vicente!-gritei junto com os outros alunos.
Enquanto Vicente colocava a data na lousa, eu estava conversando com a Alexia, minha melhor amiga, e vi, de relance, Laila mostrando o trabalho de dez páginas que Vicente havia pedido para que fizéssemos.
Ah, nãooooooooooo!
Eu não fazia ideia que o trabalho era para hoje
Eu sabia que, se eu não entregasse na data, teria que fazer trabalhos extras. E o pior é que já eram 07:10 e a aula terminava às 08:40.
Eu só tinha uma escapatória!
-Professor, eu posso ir ao banheiro?
Ele parou de escrever o texto que estava escrevendo, se virou e disse, revirando os olhos, para que eu fosse e voltasse rápido.
Sai correndo pelo corredor, pensando no que eu poderia fazer.
Então lembrei que eu havia deixado o trabalho em cima da escrivaninha do meu quarto.
Fui correndo em direção ao portão, mais, quando cheguei, ele estava trancado. Tive, então, que pular o muro e acabei rasgando cinco centímetros da minha calça jeans.
Corri por nove quarteirões até chegar ao meu prédio. Nisso, já eram 07:45.
Como eu morava no quinto andar, peguei um elevador, mas, por azar ou castigo, ele quebrou no caminho e, até o eletricista chegar, já eram oito horas.
Quando a porta do elevador abriu, entrei como um avião pela porta da cozinha e fui direto para o meu quarto.
-Mãe!
Ela veio correndo ver o que eu queria.
-Oi?! O que você está fazendo aqui?Não devia estar na escola?
-Preciso daquele trabalho de química que eu fiz e deixei aqui, mas ele sumiu-disse rapidamente.
-Ops!Eu limpei o meu quarto. Devo ter o jogado junto com o lixo lá pra fora. Desculpa!
Nem deixei que ela terminasse de falar, sai correndo até lá fora e fui até os sacos de lixo.
Abri uns cinco sacos de lixo antes de abrir o saco certo e pegar o trabalho.
Já eram 08:10 e eu estava fedendo.
Corri, novamente, os nove quarteirões até a escola. Pulei o muro e, desta vez, arranquei a manga da camiseta do uniforme.
Quando entrei na sala todos se viraram para ver da onde vinha aquele cheiro horroroso e, quando me viram com a roupa toda rasgada e o cabelo todo embaraçado, caíram na gargalhada.
Que mico!!!
Estava sentando na minha carteira quando ouvi o professor dizer:
-E por hoje é só! Não se esqueçam que vocês têm que me entregar o trabalho semana que vem!
Todos viraram pra me olhar, mas quando percebi já tinha gritado:
-Ah, fala sério professor!
Thaís Schiavon Fabbris
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